sexta-feira, 27 de junho de 2008
para resistir
Realmente eu não sei o que pode ser feito. Sei que a muito tempo, algo preso dentro de mim foi desfeito, por pouco caso seu. Me libertou com um modo perfeito de um amor que começou torto e continuou crescendo assim, fim. Mas e aí? Queria garantias, precisava disso. Eu tenho, e pretendo continuar com elas, como um amuleto ou quem dirá uma bússola. E elas dizem para eu ficar aqui, exatamente aqui. Então meus olhos, meu corpo, minha cabeça pedem cama, descanso da distância. Olha, eu não alcanço aonde vão meus sonhos. Bem que eu queria aprender a estar em dois lugares ao mesmo tempo. Ah, mas talvez se eu tivesse uma escada, escolheria a da sua cidade e escalaria seu coração. Sabe que eu odeio ter as mãos atadas para te provar as coisas enfeitadas que vivo dizendo? Isso quando justamente estou sendo tão eu. Mesmo sem esperanças - ou assustadoramente cheia delas - continuo esperando.
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