O amor move o mundo. Mas o desamor move a escrita, as músicas e as pessoas. Que embora se sintam tão vazias e invisíveis, tornam-se capazes de abrir os olhos para ver coisas novas e repetir o ciclo, que não pode ter fim nunca.
O blog surgiu na tentativa de me traduzir. Traduzir tudo aquilo que me passa pela cabeça durante o dia, aquilo que eu não aprendi a falar, aquilo que me toca no fundo e que me faz pensar. Sentimentos que ficam guardadinhos e que nunca saem na hora exata que deveriam, vêm pra cá. Vêm pra cá pra me certificar de que eu não sou um coração frio, sem nada de carinho e doçura. Pra me garantir de que eu não sou mais uma dessas pessoas que perderam a sensibilidade no meio do caminho e que ainda tem olhos pra ver e sentir tudo ao seu redor. Mas ao me encontrar pessoalmente, a gente pode fingir que isso tudo não passa de uma grande besteira sem sentido e que nada por aqui foi lido.
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