Engraçado como pontos, principalmente os de ônibus, rendem boas experiências. Hoje, esperar o A145 foi como ser exorcizada. Percebi que o que move o mundo não é o amor, é a fé. A senhora criticou a pobreza e quase me crucificou diante de mais três pessoas quando sugeri que as riquezas do Vaticano fossem utilizadas de outra maneira, “Ahhh, essa juventude que não teme o poder de Deus, quanta blasfêmia.” O problema é que hoje em dia não nos calamos para qualquer história, não gritamos qualquer utopia para os que estão por vir. O conhecimento desilude, nos torna mais frios e racionais. Menos burros, quem sabe...
Descobrindo na hostilidade qualquer justificativa para a vida.
domingo, 6 de janeiro de 2013
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